Mulher é morta a pancadas à beira de rodovia

Postado por em 22 maio 2012, às 09 : 03 AM Imprimir


Moradores de Valinhos deram início a uma campanha na rede social Facebook para alertar as mulheres da cidade de que há um assassino à solta

A analista de sistemas Rosane Pérsio Evangelista, de 30 anos, foi espancada até a morte entre a madrugada e a manhã do último sábado (19).

O corpo da vítima foi encontrado com vários ferimentos na cabeça, o rosto desfigurado e o corpo despido na parte de cima, às margens da Rodovia Anhanguera, na altura do Km 80, em Vinhedo.

A família acredita que ela tenha sido vítima de um maníaco, já que aparentemente não foi violentada nem roubada.

A mãe, a dona de casa Maria Augusta Pérsio, de 53 anos, conta que a filha saiu de casa, em Valinhos, por volta das 5h, para trabalhar em Louveira.

Rosane pegava o ônibus na beira da Anhanguera, mas não chegou à empresa. Por volta das 7h30, a família recebeu a ligação de uma pessoa que havia achado a bolsa da analista, com o celular dentro, há cerca de 2 Km do local do assassinato.

Já o corpo foi localizado apenas às 13h50 por motoristas que acionaram a Polícia Rodoviária.

Foram apreendidos para perícia vários pedaços de madeira com manchas de sangue, assim como o sutiã e a blusa da vítima, que estava ao lado do corpo. A analista estava apenas com um sapato no pé. O outro não foi encontrado.

Rosane era casada há 3 anos e tinha uma filha de 1 ano e 10 meses. Segundo a irmã, a comerciante Eliane Pérsio, de 32 anos, ela não tinha nenhum inimigo.

“Pelo contrário, o velório estava lotado de amigos. Ela era muito querida”, diz. “Acreditamos que tenha sido um maníaco, porque não tem outra explicação.”

A Polícia Civil de Vinhedo já instaurou inquérito para apurar o caso. Segundo o setor de Investigação, ainda é cedo para se falar em maníaco.

Moradores de Valinhos deram início a uma campanha na rede social Facebook para alertar as mulheres da cidade de que há um assassino à solta.

O aviso diz para os homens acompanharem as mulheres e todos ficarem de olho e, caso vejam algo suspeito, ligar para o 190 da Polícia Militar.


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