Cinturão de Ouro do boxe será colocado em jogo em grande evento em Valinhos

Postado por em 13 outubro 2011, às 12 : 17 PM Imprimir


Valinhos será palco de um grande evento esportivo no próximo dia 29 de outubro. O pugilista Giovanni Andrade, atual Campeão Mundial de Boxe na categoria Super Galo pela Word Pugilism Comission (WPC) e pela Transcontinental Boxing Association (TBA) irá colocar em jogo seu Cinturão de Ouro contra o Campeão Paraguaio e desafiante Eric Ramon Sanabria, em uma luta de doze rounds.

O evento faz parte da Campanha “Nocaute ao Crack”, do Grupo Força Jovem Brasil, e irá acontecer a partir das 16 horas no Ginásio Municipal de Esportes “Vereador Pedro Ezequiel da Silva”, no Parque Municipal. Giovanni Andrade é hoje o segundo maior nocauteador da história do boxe brasileiro, atrás apenas de Eder Jofre, e também foi o primeiro brasileiro a ganhar a Coroa do Boxe do Mundo Hispânico. A expectativa dos organizadores é reunir quatro mil pessoas no Ginásio Municipal.

Quem é Giovanni Andrade

Giovanni é o atual Campeão Brasileiro na categoria Peso Pena pela Confederação Nacional de Boxe (CNB); atual Campeão Brasileiro, Supel Galo pela FNBPB; atual Campeão Mundial: World Pugilism Comission (WPC) e atual Campeão Mundial: Transcontinental Boxing Association (TBA). Em 75 lutas disputadas na carreira Giovanni venceu 50 por nocautes. Seu treinador é Daniel Miranda da Argentina.

No Brasil há 1,2 milhões de usuários de crack

Em recente levantamento realizado pela Assembléia Legislativa de São Paulo foi constatado que o crack é a droga mais presente nas cidades paulistas, desbancando assim as demais drogas ilícitas como a maconha e a cocaína. Em algumas das 15 Regiões Administrativas do Estado, o crack aparece na mesma intensidade que o álcool. Existe no país, segundo a pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM)  aproximadamente um milhão e duzentos mil usuários de crack.

Das cidades paulistas, 12% recebem ajuda financeira do governo federal para combater o problema e 5% do governo estadual. Já a maioria, 79%, não dispõe de leitos públicos para tratar os dependentes químicos, que se encontram na faixa etária entre 16 e 35 anos de idade.

A reincidência no tratamento é superior a 50% e, em cidades com população entre 5 mil e 50 mil habitantes, a reincidência se acentua.  O levantamento também aponta que 37% dos municípios – a maioria com população entre 50 mil e 100 mil habitantes – ajudam financeiramente entidades que atendem dependentes químicos.

Em abril, a  Confederação Nacional dos Municípios (CNM), também preocupada com o avanço no consumo do crack,  lançou o portal Observatório Nacional Sobre o Crack. O site contém informações sobre pesquisa feita pela CNM no ano passado, que constatou que 98% dos municípios enfrentam problemas de consumo e circulação do crack.

Fonte: Câmara Valinhos


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